O Legado de Eufrásia Teixeira Leite: a 1ª mulher brasileira a investir na bolsa de valores.

Eufrásia Teixeira Leite é um nome que ecoa no cenário financeiro brasileiro e internacional como um exemplo de sucesso nos investimentos. Nascida em uma época em que as mulheres tinham acesso limitado ao mundo dos negócios, ela desafiou as convenções e se destacou como a primeira investidora brasileira na bolsa de valores, tornando-se uma referência para todos os que buscam seguir seus passos no mercado financeiro.
Eufrásia (1850-1930) nasceu em Vassouras, cidade no Vale do Paraíba fluminense e herdou o capital advindo do café, mas a sua história no mercado financeiro ainda estava para começar.


Com sua determinação e visão pioneira, ela não apenas deixou um legado histórico, mas também se tornou um exemplo vivo de como é possível alcançar o sucesso e impactar positivamente a sociedade através do investimento e da filantropia.
Eufrásia entrou para o mundo dos negócios e multiplicou sua herança, tornando-se acionista de empresas de diferentes países. De acordo com a XP, os primeiros ativos comprados foram ações de empresas tecnológicas.
A investidora diversificava entre empresas de diferentes países e moedas. Eufrásia investiu por mais de 50 anos em 13 países e 7 moedas diferentes, incluindo as Bolsas de Nova Iorque, Paris e Londres.


Continuando seus investimentos no Brasil, Eufrásia concentrou-se principalmente em bancos, como Banco do Brasil (BBAS3) e Banco Mercantil do Rio de Janeiro (BMEB3). Ela também investiu na antiga cervejaria Antarctica, atualmente Ambev (ABEV3), além de títulos públicos, moedas e debêntures, mantendo sempre o foco nas ações.
Ela demonstrou que, com determinação, conhecimento e coragem, é possível superar barreiras e alcançar um legado financeiro frutífero.
Além de seus feitos nos investimentos, Eufrásia também se destacou por suas ações filantrópicas. Ela entendia a importância de retribuir à sociedade e dedicou parte de sua fortuna a causas beneficentes, deixando um legado não apenas como investidora, mas também como uma cidadã preocupada com o bem-estar de sua comunidade.


Hoje, mais do que nunca, o exemplo de Eufrásia Teixeira Leite ressoa como um lembrete poderoso de que o sucesso nos investimentos não conhece gênero, idade ou origem. Sua história nos inspira a buscar conhecimento, a tomar riscos calculados e a nunca desistir de nossos objetivos financeiros.
A investidora faleceu no dia 13 de setembro de 1930 em seu apartamento no Rio de Janeiro. Sem filhos, sobrinhos ou herdeiros próximos, destinou sua fortuna avaliada em 37 milhões de réis para instituições educacionais e de caridade em sua cidade Natal, Vassouras.
Em um mundo em constante mudança e desafios econômicos, seguir os passos de Eufrásia Teixeira Leite pode ser a chave para construir um futuro financeiro sólido e sustentável. Ela nos ensina que, com determinação e visão, podemos alcançar nossos sonhos e deixar um legado para as gerações futuras.

O impacto das novas regras do CVM sobre CRA e CRI.

As mudanças na lei do Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e do Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) têm impactado significativamente o mercado financeiro. Esses certificados são importantes instrumentos de captação de recursos para o setor do agronegócio e imobiliário, permitindo que empresas levantem capital de forma mais eficiente e com taxas de juros mais atrativas.
Uma das principais mudanças recentes foi a Resolução nº 5.118/2024, que proibiu as emissões de CRAs e CRIs por companhias abertas não relacionadas aos setores do agronegócio ou imobiliário. Isso limitou a oferta desses títulos por grandes distribuidores, que costumavam utilizar nomes de alto prestígio não ligados aos setores mencionados para atrair investidores pessoa física. Como resultado, espera-se que essas empresas voltem a buscar recursos junto ao público institucional.


Além disso, somente poderá emitir CRI/CRA a companhia aberta que possua mais de 2/3 de sua receita proveniente do setor agro ou imobiliário. A emissão com lastro em direitos creditórios originados de operações entre partes relacionadas também está vedada, o que impede que uma companhia securitizadora emita um título para uma empresa de um mesmo grupo controlador.
Outra restrição anunciada é a vedação de operações financeiras cujos recursos sejam utilizados para reembolso de despesas. Com isso, os títulos só podem ser utilizados para o financiamento de operações futuras, não sendo permitido o uso para reembolso de despesas passadas.
Essas medidas visam garantir a segurança e transparência das operações de securitização, evitando práticas que comprometam a solidez e a confiabilidade desses instrumentos financeiros.


Em resumo, as mudanças na lei do CRA e do CRI restringem a oferta desses títulos e incentivado empresas a buscar recursos em outras fontes, impactando o mercado de crédito significativamente. Essas mudanças têm impactado como investidores pessoa física alocam seus recursos em crédito, levando-os a considerar alternativas como Debêntures Incentivadas ou fundos de crédito de condomínio aberto, ou fechado.
Essas alterações aplicam-se a partir de 1º de fevereiro de 2024 e não se aplicam aos CRIs e CRAs já distribuídos ou que já foram objeto de requerimento de registro de distribuição de oferta pública perante a CVM.

“Meu trabalho é entender a vida do meu cliente e o que ele espera para o futuro dele”, diz assessor de investimentos da XP.

O assessor de investimentos, Tadeu Salomão, que atua na região de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, afirma que a proximidade proporcionada pela plataforma da XP na relação entre seus assessores e clientes é um dos fatores mais relevantes na hora de investir.

Para Salomão, com a proximidade e também a educação financeira disponibilizada pela plataforma da XP é possível facilitar a compreensão dos objetivos e desejos de cada cliente e, assim, gerar uma relação de confiança com este investidor.

“Quando você entende o que está acontecendo seu medo diminui”, afirma o assessor.

Confiança

Atingir os objetivos e superar as expectativas do cliente é sempre um grande desafio e, para isso, são necessários diversos fatores, entre eles uma relação de confiança entre assessor e investidor.

Na XP, uma das principais corretoras do País, o que vem fazendo a diferença neste trabalho do dia a dia é justamente o Fator XP. É ele que faz a pioneira na democratização das oportunidades de investimentos crescer cada vez mais desde 2001.

Eleita por cinco anos consecutivos como a melhor assessoria de investimentos no prêmio “O Melhor de São Paulo”, da Folha de São Paulo, a XP já possui mais de 14 mil assessores de investimentos, espalhados em mais de 2 mil escritórios parceiros, em 107 cidades do Brasil.

Trouxemos alguns diferenciais do atendimento XP, contados pelos próprios assessores. Segundo Tadeu Salomão:

“Se eu não conhecer onde meu cliente está inserido, não vou conseguir prestar a assessoria correta para ele, fazer o planejamento correto”.

“Eu tenho que conhecer meu cliente, a família dele, os sonhos dele, os planos dele, para poder me aproximar e realizar o sonho que na cabeça dele era impossível, mas que com assessoria ele consegue”.